Novo endereço

15/03/2010 at 16:58 (Linux)

Então galera, agora o blog tem um novo endereço, a partir de agora acessem:

http://www.linuxafundo.com.br

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Encurtador de url no Firefox

05/03/2010 at 22:57 (Linux) (, )

Conheçam a extensão UrlBarExt para Firefox. É uma ótima pedida pra você que quer encurtar urls de forma rápida, prática e simples.

Para encurtar urls, o plugin oferece várias opções, entre elas tinyurl, bit.ly, tr.im, e etc.

Além de encurtar urls, o plugin oferece utilitários como simplesmente copiar o link em que se está acessando, adicionar aos favoritos, navegar com proxy, entre outras coisas.

E o melhor, ele fica num lugar estratégico, ao lado do botão “ir” na barra de endereços.

Confira!

;)

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Linux no Intelbras i30

15/02/2010 at 17:34 (Linux) (, , )

Olá pessoal. Quero registrar hoje uma dica que resolve um problemão.

Se por qualquer motivo que seja você precisa ou quer por que quer instalar linux em um notebook intelbras encontrará alguns problemas logo no boot, nem chegando a carregar os scripts de inicialização do livecd ou o que for que você esteja dando boot.

Este notebook é modelo i30, mas já encontrei registros semelhantes no modelo i21. Mesmo que o seu não seja nenhum destes, esta dica pode resolver seu problema.

Como não registrei o problema que ocorria ao dar boot, vou ficar devendo detalhes, mas ai vai a dica.

Dê o boot no seu livecd, mas não inicie a instalação, antes é preciso editar a linha referente ao kernel que será bootado. Se o gerenciador de inicialização for o grub, tecle “e” para editar, tab em alguns casos, ou siga as instruções do livecd.

E adicione os seguintes cheat codes após o último argumento:

irqpoll noapic acpi=off pci=nomsi noacpi

e se preferir, para uma melhor visualização:

irqpoll noapic acpi=off pci=nomsi noacpi vga=791

Não se esqueça de remover o argumento splash caso ele exista, pois sem ele é mostrado tudo o que ocorre na hora do boot.

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Servidor DNS

20/01/2010 at 15:39 (Linux) (, , , , , , , , )

Aqui vai uma dica que é de extrema utilidade e importância para o funcionamento do servidor DNS.

Após ter configurado o Bind, você também precisa fazer alguns ajustes, pequenos detalhes, mas que sem eles, de nada valem suas configurações, ou seja, nada de servidor DNS :)

Passo 1: (Regra NAT no Roteador – Direcionamento da porta)
Primeiramente, certifique-se de estar usando um ip fixo, e não dhcp, pois é preciso criar a regra NAT no seu roteador apontando para o IP local do seu computador. Pois bem, acesse o seu roteador e crie uma regra NAT que direcione a porta 143 UDP e TCP para o seu ip local.

Passo 2: (Iptables – Liberação de portas usadas pelo Bind)
Agora é necessário passar algumas regras ao iptables para a porta 53, para que ele aceite e passe em frente as solicitações em vez de barrar, para isso faça os seguintes comandos:

iptables -A INPUT -p tcp –dport 53 -j ACCEPT
iptables -A INPUT -p udp -m udp –dport 53 -j ACCEPT
iptables -A OUTPUT -p udp -m udp –dport 53 -j ACCEPT

Lembrando que é preciso dar estes comandos a cada vez que o servidor for reiniciado, o ideal é colocá-los no arquivo /etc/rc.local para distros como o Debian.

Pronto !!!
Se configurado corretamente, agora seu servidor DNS deve estar funcionando e respondendo autoritariamente pelo domínio em questão. Para checar, visite o site registro.br e procure por Verificação DNS, ou clique aqui. Ao acessar o site, digite o seu domínio sem o www no primeiro campo, por exemplo, riodasilva.com.br, e no segundo campo digite os servidores DNS que você cadastrou no seu arquivo de zona, ou db.domíonio, ou domínio.domain, ou zone.domínio, etc., que geralmente começa com ns., por exemplo, ns1.riodasilva.com.br, e clique em pesquisar. Em seguida vem a resposta mostrando se o servidor pesquisado responde ou não pelo domínio.

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Interfaces Gráficas Linux

15/12/2009 at 23:26 (Linux) (, , , , , , , , , )

No Linux há uma gama váriada de interfaces gráficas, ou gerenciadores de janelas. Muitos modelos, muitas opções de personalização em cada um, interfaces leves e pesadas, enfim, tem para todos os gostos. É só questão de experimentar… ;)

GUIs ou Graphical User Interfaces, traduzindo para português claro fica Interface Gráfica do Usuário. Estas interfaces deixam a interação entre o usuário e o sistema operacional mais “amigável” ou não, se preferir, criando e colocando na telinha botões, atalhos, menus, ferramentas, e tudo mais.

Aqui você encontrará exemplos de interfaces mais robustas, que consequentemente tem a aparência mais feia do que de costume, mas é sempre a opção caso você seja um destes linuxusers maníacos que odeiam frescuras que usam a preciosa memória RAM.

Lembrando que a intenção deste post é mostrar de uma forma compacta e resumida um pouco das interfaces gráficas para linux, e não abordar detalhes entre cada uma, isso fica para você descobrir. =]

    • Blackbox

O Blackbox é um gerenciador de janelas escrito em C++ para rodar em máquinas com poucos recursos. Está escrito no wiki do blackbox que ele roda satisfatoriamente em um 486DX4 (66MHz) com 16MB de memória RAM. Tem pouca interatividade, mas cumpre com seu papel de gerenciador de janelas direitinho.

Resumo:

[ x ] Ruim [ – ] Intermediária [ – ] Excelente – Facilidade de uso

[ – ] Ruim [ x ] Intermediária [ – ] Excelente – Funcionalidade

[ x ] Ruim [ – ] Intermediária [ – ] Excelente – Interatividade com o usuário

[ – ] Ruim [ – ] Intermediária [ x ] Excelente – Leveza

[ – ] Ruim [ x ] Intermediária [ – ] Excelente – Personalização

Site oficial: Blackboxwm

_____________________________________________________________________

    • Fluxbox

Sucessor do Blackbox, o Fluxbox. Mantendo a mesma leveza que os box proporcionam, é um candidato excelente para quem gosta de objetividade, sendo assim, dispensa em seu modo nativo ícones, menus carregados e cheios de bordas, e até mesmo wallpapers, mas de quebra, ele permite isso sim, basta dar uma olhada por aí. Se desejar veja o wiki do Flux.

Resumo:

[ x ] Ruim [ – ] Intermediária [ – ] Excelente – Facilidade de uso

[ – ] Ruim [ – ] Intermediária [ x ] Excelente – Funcionalidade

[ x ] Ruim [ – ] Intermediária [ – ] Excelente – Interatividade com o usuário

[ – ] Ruim [ – ] Intermediária [ x ] Excelente – Leveza

[ – ] Ruim [ – ] Intermediária [ x ] Excelente – Personalização

Site oficial: Fluxbox.org

_____________________________________________________________________

    • Gnome

GNOME (acrônimo para GNU Network Object Model Environment) é um esforço global para a criação de um ambiente de trabalho completo, gratuito e composto inteiramente por software livre. Diferente dos gerenciadores de janelas vistos acima, o Gnome é um Ambiente Gráfico completo, que proporciona recursos como suite Office, cliente de e-mail, reprodutores de mídia, entre outras coisas, embutidos nele mesmo. E claro, por ser mais completo, também é mais pesado. Wiki do Gnome.

Resumo:

[ – ] Ruim [ – ] Intermediária [ x ] Excelente – Facilidade de uso

[ x ] Ruim [ – ] Intermediária [ – ] Excelente – Funcionalidade

[ – ] Ruim [ – ] Intermediária [ x ] Excelente – Interatividade com o usuário

[ x ] Ruim [ – ] Intermediária [ – ] Excelente – Leveza

[ – ] Ruim [ – ] Intermediária [ x ] Excelente – Personalização

Site oficial: Gnome.org
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    • KDE

Software de origem alemã, o KDE (sigla inglesa para K Desktop Environment) é, simultaneamente, um ambiente gráfico completo (que inclui um gerenciador de janelas) e uma plataforma de desenvolvimento livre e de código aberto devido ao seu projeto, desenvolvido com base na biblioteca Qt. Ele é voltado inicialmente aos utilizadores de platafomas Unix, mas segundo o wiki, ele funciona até mesmo no windows, será verdade isso?? o.O

O KDE proporciona um ambiente muito agradável de se usar com todos os efeitos e recursos que ele oferece. E como é visível na imagem, muito semelhante aos efeitos que o Windows Seven oferece. Ele é um ambiente pesado também, bem mais pesado que o gnome, porém mais “completo”, digamos de passagem. Oferece uma interação com o usuário bem grande. O que desagrada um pouco boa parte dos usuários Unix, pois quanto mais manual, maior o aprendizado. =}

Resumo:

[ – ] Ruim [ – ] Intermediária [ x ] Excelente – Facilidade de uso

[ x ] Ruim [ – ] Intermediária [ – ] Excelente – Funcionalidade

[ – ] Ruim [ – ] Intermediária [ x ] Excelente – Interatividade com o usuário

[ x ] Ruim [ – ] Intermediária [ – ] Excelente – Leveza

[ – ] Ruim [ – ] Intermediária [ x ] Excelente – Personalização

Site oficial: Kde.org

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    • Xfce

O xfce é uma alternativa a um gerenciador de janelas leve e parecido com o gnome. Em relação ao gnome ele utiliza bem menos recursos do computador. Vale a pena dar uma conferida. Aqui seu wiki.

Resumo:

[ – ] Ruim [ – ] Intermediária [ x ] Excelente – Facilidade de uso

[ – ] Ruim [ x ] Intermediária [ – ] Excelente – Funcionalidade

[ – ] Ruim [ x ] Intermediária [ – ] Excelente – Interatividade com o usuário

[ – ] Ruim [ – ] Intermediária [ x ] Excelente – Leveza

[ – ] Ruim [ – ] Intermediária [ x ] Excelente – Personalização

Site oficial: Xfce.org

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    • Lxde

O Lxde foi desenvolvido para funcionar bem em computadores lentos e de baixa performance e para sistemas simplificados como netbooks e outros computadores pequenos. Ele é eficiente no uso de energia e rápido comparado com outros desktops e também pode ser usado em várias distribuições Linux. Confira mais neste artigo, e visite seu wiki também.

Resumo:

[ – ] Ruim [ – ] Intermediária [ x ] Excelente – Facilidade de uso

[ – ] Ruim [ x ] Intermediária [ – ] Excelente – Funcionalidade

[ – ] Ruim [ x ] Intermediária [ – ] Excelente – Interatividade com o usuário

[ – ] Ruim [ – ] Intermediária [ x ] Excelente – Leveza

[ – ] Ruim [ – ] Intermediária [ x ] Excelente – Personalização

Site oficial: Lxde.org

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Fora estes, ainda temos alguns Gerenciadores de Janelas muito leves, semelhantes aos box, os Window Managers, como o WMD, entre outros. Mas isso é assunto pra outra hora.

Bom aproveito.

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Gtalk no Pidgin

23/11/2009 at 14:58 (Linux) (, , , , , , , , )

Quero postar aqui uma dica para usar o gtalk no pidgin.
A versão que utilizei foi a 2.6.3 mas provavelmente funcionará em outras.

Ao adicionar sua conta escolha diretamente o protocolo XMPP, pois é este o protocolo que o pidgin usará mesmo que tenha escolhido o Google Talk.

Nome de usuário: suaconta (a parte que vem antes do @)
Domínio: seudominio.com (a parte que vem após o @)
Recurso: deixe em branco mesmo
Senha: Sua senha de acesso a conta.
Marque “Lembrar senha” se preferir.

Nas Opções de usuário, não é necessário preencher o campo “Apelido Local”, mas se desejar, não faz mal :)

As outras opções são auto-explicativas, exceto uma!!!

A opção: “Criar esta nova conta no servidor” deve estar marcada na primeira vez, caso queira conectar sua conta. Nas outras vezes não há necessidade. Se não estiver marcada, você verá mensagens como:
“Não autorizado”, entre outras que não me lembro agora.

A aba “Avançado” não precisa ser alterada.

Esta simples dica resolve um problema tão chato.

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Conky Monitor

27/10/2009 at 10:23 (Linux) (, , , , , , , )

  • O Conky

É um monitor totalmente excelente muito prático e de uma ótima estética e beleza. Monitora de uma forma simples e objetiva praticamente tudo o que acontece no sistema.

A principal característica que vale apontar é a possibilidade de personalizaçãooferecida pelo conky.

Sem mais delongas, vamos ao que interessa. Caso deseje conhecer mais, veja a página do conky, ou clique aqui e veja o que você encontraria digitando conky no google.

  • Aprofundando-nos

Com o conky devidamente instalado, clique aqui, e baixe alguns exemplos do arquivo de configuração do conky, o conkyrc e salve no seu home iniciando com o ponto para ocultá-lo. Deixando assim:

~/.conkyrc (Lembrando que o til refere-se ao home do usuário).

Uma sugestão que eu dou, é iniciar o conky e ir modificando e vendo cada modificação e ir ajustando conforme o necessário, em vez de modificar tudo depois iniciar.. Para isso eu uso o editor vim e o comando :w! para salvar o arquivo e continuar com ele aberto.

  • Configurações do Conky

Editando o .conkyrc é notável alguns parâmetros antes das opções efetivas do conky, que começam da palavra TEXTO para baixo. Uma lista das variaveis possíveis pode ser encontrada aqui. Não entrarei em detalhes sobre as configurações pois é um assunto muito amplo, por isso deixo a cada um se envolver e descobrir as possibilidades. Use o próprio arquivo de configuração padrão que vem para ter uma noção.

Página do Projeto: Clique Aqui!
Wiki Oficinal do Conky: Clique Aqui!
Blog do Conky: Clique Aqui!
Mais sobre o Conky: Clique Aqui!

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Artigo: Fluxbox

22/09/2009 at 8:26 (Linux) (, , , , , , , , , , , )

O Fluxbox é um gerenciador de janelas muito leve e prático. Acredito que umas das suas principais características é a simplicidade e a possibilidade de personalização. Aqui mostrarei umas dicas de como fazer algumas personalizações. Para mais informações visite http://www.fluxbox.org e também http://pt.wikipedia.org/wiki/FluxBox.

Bom, partindo do princípio que você já está com o fluxbox instalado, vamos olhar as configurações que podemos fazer.

  • Item fundamental: o Menu.

O menu do Fluxbox possibilita ótimas configurações e personalizações práticas, esse menu passa na frente de menus como os do kde ou gnome em termos de leveza rapidez e praticidade. Mas chega de conversa e vamos ao que interessa..

O arquivo de configuração do menu fica em ~/.fluxbox/menu. Editando ele pela primeira vez, teremos mais ou menos isto:

[begin] (fluxbox)
[include] (/etc/X11/fluxbox/fluxbox-menu)
[end]

Para incluir um botão é simples, basta adicionar uma entrada no final do arquivo antes da linha [end], desta forma:

[exec] (Nome) {comando}

Por exemplo:

[exec] (Fireox) {firefox}

Este é um exemplo de menu:

[begin] (Cardapio Fluxbox)
[include] (/etc/X11/fluxbox/fluxbox-menu)
[exec] (______________________)
[exec] (Terminal) {gnome-terminal –geometry 140×15}
[exec] (______________________)
[exec] (Opera Browser) {opera}
[exec] (Iceweasel Browser) {iceweasel}
[exec] (Google Chrome) {google-chrome}
[exec] (______________________)
[exec] (Xchat) {xchat}
[exec] (Planilhas) {ooffice}
[exec] (Emesene) {emesene}
[exec] (Putty) {putty}
[exec] (Audacious) {audacious}
[exec] (______________________)
[exec] (Monitor do Sistema) {gnome-system-monitor}
[exec] (Desligar Agora) {sudo poweroff}
[exec] (Reiniciar) {sudo reboot}
[end]

Uma dica que vale ressaltar é permitir o uso do sudo sem a senha para acrescentarmos o comando poweroff e reboot no menu. Em várias distros isto é possivel, basta acrescentar, ou descomentar a linha:

%wheel ALL=NOPASSWD:ALL

no arquivo /etc/sudoers e adicionar o seu usuário ao grupo wheel e está tudo pronto.

Exemplo:

Se por acaso você não queira modificar o menu original do flubox, é possível criar um menu personalizado, contendo o menu original e mais o personalizado, basta criar um arquivo dentro de ~/.fluxbox/ com o nome “usermenu” e colocar ali o que bem entender, da mesma forma que no menu anterior.     :)

Não se esqueça de rodar o comando “fluxbox-generate_menu” depois.

  • Configurando o  Teclado como abnt2.

Existe mais de uma maneira eficiente de configurar o teclado no fluxbox.  Temos a opção de acrescentar o comando ao menu em forma de botão, criar um alias para o sistema, colocar o comando dentro de ~/.bashrc, ou dentro do arquivo init do fluxbox, configurar o xorg.conf, e por ai vai..

Vou dar duas dicas, e fica a seu critério escolher o modo que melhor lhe convier.

Um simples comando:

“setxkbmap -model abnt2 -layout br -variant abnt2”. Este comando pode ser colocado no arquivo .xinitrc caso use o comando startx para iniciar o X, ou ainda criar uma entrada no menu, assim:

[exec] (Teclado abnt2) {setxkpmap -model abnt2 -layout br -variant abnt2}

Configurando o xorg.conf:

Edite o arquivo /etc/X11/xorg.conf e acrescente estas quatro linhas na seção “Input Device” referente ao teclado,  abaixo de “Driver” “kbd”:

Option “XkbRules” “xorg”
Option “XkbModel” “abnt2”
Option “XkbLayout” “br”
Option “XkbVariant” “abnt2”

Salve o arquivo, e reinicie o X e tudo deve estar ok.

  • Definindo um Wallpaper.

Existe uma forma bem simples e prática de fazer isto, que é usando um comando que o próprio fluxbox oferece, o “fbsetbg”, ele possui várias opções de uso, vou apenas citar um exemplo, e havendo interesse em conhecer a fundo e ver mais opções, dê uma olhada em “man fbsetbg”.

Edite o arquivo ~/.fluxbox/init e procure uma linha exatamente assim:

session.screen0.rootCommand:

Obs, após a palavra screen é um zero, o número zero, que aqui fica igual a letra ó.

Acrescente o comando que vai setar o wallpaper no fluxbox logo após o dois pontos, assim:

session.screen0.rootCommand: fbsetbg -F /caminho/arquivo.jpg

Repare na opção -F, esta opção diz que o wallpaper deve ser colocado como full, ou seja, tela cheia.

Para mais opções, consulte fbsetbg -h

  • Teclas de Atalhos

Particularmente eu gosto de configurar alguns atalhos pra facilitar o uso, e deixar o dia -a-dia mais prático.. :-}

É possível instalar um programa que facilita a edição dos atalhos, o fluxkeys, se ele estiver disponível na sua distro, pode conferir, neste caso não necessita editar o arquivo pelo terminal, basta digitar o comando “fluxkeys” para chamar o programa.

O arquivo a configurar é o ~/.fluxbox/keys.

Por exemplo:

Control f :ExecCoomand  firefox (Tecla Ctrl+f executa o navegador firefox)

Importante saber que:

Mod1 = Alt
Mod4 = Windows key
Control = Ctrl
Shift = Shift

Veja também o Wiki http://fluxbox-wiki.org/index.php?title=Keyboard_shortcuts

  • Executar comandos com o fbrun

O fbrun é um programinha semelhante ao executador de comandos do gnome, chamado com Alt+F2, o fbrun fornece a mesma opção e funcionalidade que o do gnome, sendo útil para iniciar algum programa mais rapidamente, descartando a necessidade de ir no menu onde ele se encontra.

Se você usa gentoo, já vem por padrão junto com o fluxbox, se for debian precisa ser instalado separadamente, como no ubuntu, se for outra, experimente um Alt+F2 ai.. ;-)

  • Temas para o Fluxbox

Além de termos a opção de usar os temas trazidos por padrão na instalação do Fluxbox, ainda podemos baixar uma vasta diversidade deles na internet.

Por exemplo, neste site há temas bem agradáveis, aqui também, e aqui também, e também aqui. Neste último, há um tema muito bonito para slackware.

Só pra lembrar, os temas do fluxbox são chamados de styles.

Bom, aqui abordei algumas configurações possíveis e úteis, espero ter mostrado um pouco da funcionalidade que o Fluxbox tem. Se por um acaso encontrarem erros no artigo, por favor comentem que eu corrijo.

Uma screen do meu atual Fluxbox:

Veja mais screenshots do fluxbox neste site.

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Utilitário paster.vim

13/09/2009 at 23:43 (Linux) (, , , , , , )

Hoje descobri um ótimo utilitário para quem usa pastes pela net, como o pastebin por exemplo, conheçam o

Paster.vim

O Paster.vim é um utilitário para upar textos para um pastebin através da linha de comando. Muito útil ao meu ver por sinal.

A página oficial do projeto é http://eugeneciurana.com/paster.vim, e a página onde encontram-se as referências é http://www.vim.org/scripts/script.php?script_id=2602.

Para mim, imagino que para os senhores também, o que mais interessa é o famoso clique aqui! Então clique aqui e faça o download (.zip) da última versão do paster.

De acordo com a documentação, pode ser criada (se já não existir) a pasta ~/.vim e descompactado lá dentro o paster.zip e pronto, está funcionando, porém, se não funcionar, prefira descompactar na pasta padrão de plugins do vim, para isso:

Na pasta ~/.vim:

mkdir -p ~/.vim # Criar a pasta no home
cd ~/.vim # Entrar nela
mv ~/paster.vim ./ #Mover o arquivo para a pasta
unzip paster.vim # Descompactar o arquivo

Na pasta /ush/share/vim/vimfiles/plugin:

# cd /usr/share/vim/vimfiles/plugin/
# mv /home/usuario/paster.vim ./
# unzip paster.zip

Depois de descompactado, para upar textos é muito simples, edite o arquivo com vi ou vim (claro) e dê os comandos:

:%Paste # Para upar todo o texto que se está editando, ou
:.Paste # Para upar a linha atual, ou
:42,69Paste # Para upar da linha 42 a 69.

O paste padrão utilizado pelo plugin é o http://eugeneciurana.com/pastebin/, meio “poluído” ao ver de alguns usuários. Acredito ser possível a mudança para outros pastes, se conseguir isto, posto a dica pra vocês, e da mesma forma, caso consigam, comentem que eu atualizo o post.

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Descubra o Weechat

04/09/2009 at 19:01 (Linux) (, , , , , , )

O Weechat é um cliente do protocolo irc extramamente funcional, do jeito que os nerds gostam..

Apesar de antigo, o irc ainda está presente na vida de muitos, e é para esta fatia que direciono a dica.

Instale-o com apt-get, pacman, emerge, ou da forma que preferir. Aproveite também para instalar, caso ainda não esteja instalada, uma biblioteca usada por alguns plugins do weechar, o pacote “curl”.

Uma imagem do weechat:

Dicas de Uso

Primeira
Um dos problemas que certamente encomodam no weechat, é o envio de links grandes no chat, sendo preciso mais de uma linha para exibição completa, nestes casos fica impossível clicar no link para abrir, somos obrigados a fazer o chato Control C e Control V e ainda apagar os espaços entre as partes do link.

Mas tem um ótimo recurso disponível, que é o uso do plugin tinyurl. Este plugin, caso não conheçam, lê o link que alguém tenha enviado, e independente do tamanho, cria um link curto para o link.

Acesse o site, na parte dos plugins, ou se preferir clique aqui e salve o arquivo como tinyurl.py dentro da pasta ~/.weechat/python/autoload/

Caso estiver com o weechat aberto, dê o comando: /python reload , caso não esteja, basta iniciar o weechat.

Segunda
Outra dica, é editar o arquivo de configuração do weechat, o ~/.weechat/weechat.rc e colocar ali algumas informações pra deixar o uso mais automágico. :-)

Se por acaso você leu o man do weechat, certamente viu que ele dá a seguinte dica para iniciar o weechat com o nick e senha:

$ weechat-curses irc://nick:senha@irc.freenode.net/#canal

Mas se você der uma olhada no arquivo weechat.rc, verá também a possibilidade de inserir estas informações ali, e na próxima vez que entrares no weechat, não será necessário aquele baita comando.

Por exemplo:
server_address = “irc.freenode.net”
server_password = “suasenhaaqui”
server_nick1 = “nick1”
server_nick2 = “nick2”
server_nick3 = “nick3”
server_username = “nome de usuario”
server_realname = “nome real”
server_autojoin = “#canal1,#canal2,#etc”

Agora digite apenas weechat-curses e curta.

Lembrando que para fazer modificações no weechat.rc é necessário estar com o programa fechado, caso contrário, a mudança será perdida.

Para mais informações acesse:
Ótimo artigo no Viva o Linux aqui
E veja também o Wiki do weechat.

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